“Não tô dizendo que a gente não tinha nada, mas também não é como se tivesse alguma coisa. Mas esse é o problema. Não vou continuar tendo uma meia-coisa com você. Não é suficiente pra mim.”— Vinicius Kretek.
(Fonte: vivificare, via poetologia)
May, 28.2018
Eu bebia o suficiente pra suportar os dias, mas não o suficiente pra esquecer todas as merdas que aconteceram antes.
(via efluviar)
“Quando já não se é tão adolescente assim, você espera que a vida não seja cheia de dramas ou conflitos chatos e repetitivos. Mas a gente se engana, porquê chegar aos 19 e só outro capítulo, como 15 ou 20. E a gente vai continuar se enganando se ao menos uma vez não notarmos que não somos os vilões, nem sempre vamos conseguir amar alguém ou não passar dos limites. Não há um manual a se seguir, e o que eu mais faço é tomar chá, lendo Bukowski , rindo das mentes pequenas que tanto irão nos julgar.”— Os crimes contra mim.
“Luz do mundo, mova-se em nossos corações.”— Jesus Culture
(Fonte: nos-teus-caminhos, via aospesdejesus)
com 12 anos, tive meu coração partido pela primeira vez.
com 13, pela primeira vez parti o coração de alguém.
a vida tem sido injusta desde então.
é estranho a sensação de poder causar tanto estrago na sua própria vida, causar tanto karma como consequência de ter sido cruel algumas vezes.
ok. eu aceito a condição de réu.
enquanto isso, todas as outras pessoas que me magoaram, continuam intactas. seguindo suas vidas sem nenhum arranhão. ou alguns arranhões. mas sem nenhuma fratura exposta.
e eu, sigo minha vida levando socos e ponta pés da vida, dos amigos, do amor…
acho que é preciso ter sorte para viver com sorte, e à mim, só foi concedido o azar.
o mais puro e cruel: azar.
mas não lamento, tenho vivido a vida com coragem. me levanto a cada queda
e a cada queda tenho a certeza que meu lugar é no chão.
ou no fundo do poço.
da forma que você achar mais triste.
esse não era pra ser um texto melancólico, era pra ser um texto sobre minha vida.
mas o que posso fazer se minha vida é pura melancolia?
(via versificar)
“Publicar ou não publicar? Guardar ou jogar fora?” Textos guardados acabam cheirando mal.”— (via ondasfortes)
(via versificar)
“Depois de tantos silêncios, resolvi voltar a conversar comigo, ainda que mentalmente. Muitas vezes fico assim, recostada em mim, pensamento longe, coração andando devagar e analisando cada cenário que passa em câmera lenta, a vida em preto e branco. Não foi difícil nem tenso, foi diferente.”— Clarissa Corrêa.
(Fonte: classificar, via poetologia)
quero que saiba que eu não te culpo, minhas oscilações de humor são horríveis mesmo, eu me isolo do nada e preciso de confirmações para coisas que eu já sei, o barulho da minha mente é ensurdecedor e se eu estivesse no seu lugar também não ficaria.
(via retrospectos)
“Um brinde a fase adulta, essa filha da puta.”— Zebukowski
Mas eu gosto da escrita esfarrapada, de esquina. Essa que não tem parágrafos ou rimas. As vírgulas são os amores interrompidos e os pontos são só um reflexo da saudade do que foi e não voltou. Eu gosto é do escarro, meu amigo. Dos manuscritos dos bêbados e fumantes que não têm nada a perder e nem esperam algo ganhar. Eu aprecio a escrita nua e crua sem os apetrechos de um amor fabuloso e com todo o sofrimento de um moribundo poeta inacabado.
Edna Morb
(via retrospectos)
Mas eu gosto da escrita esfarrapada, de esquina. Essa que não tem parágrafos ou rimas. As vírgulas são os amores interrompidos e os pontos são só um reflexo da saudade do que foi e não voltou. Eu gosto é do escarro, meu amigo. Dos manuscritos dos bêbados e fumantes que não têm nada a perder e nem esperam algo ganhar. Eu aprecio a escrita nua e crua sem os apetrechos de um amor fabuloso e com todo o sofrimento de um moribundo poeta inacabado.
Edna Morb
(via retrospectos)

